Design estratégico

Recursos como UX e UI devem ser utilizados em larga escala, sempre com base nos dados coletados nas pesquisas qualitativas que citamos.

Já era o tempo em que se pensava no design apenas como um recurso estético.

Todas as mudanças já trazidas pela transformação digital foram suficientes para nos mostrar que a experiência do usuário com a marca durante a jornada de compra faz toda a diferença. É aí que entra o design estratégico.

Esse termo se refere ao esforço empregado na criação de um produto, serviço ou marca com o foco na experiência que o usuário terá durante a sua interação com o negócio.

Tudo é pensado a partir das necessidades, desejos e anseios do cliente, sempre conduzindo da maneira mais intuitiva possível à solução completa que ele procura. Sem manual de instruções.

Só de compreender o conceito do design estratégico já dar para ter uma noção dos benefícios que ele traz para sua empresa e, principalmente, para seus clientes, certo?

Sendo assim, neste post, detalharemos as suas vantagens e ensinaremos como aplicá-lo no seu negócio.

Então, continua conosco!

Quais são os benefícios do Design Estratégico?

Mais que simplesmente a escolha das cores, formas e tipografia que formarão a identidade visual da marca, o design deve fazer parte do planejamento estratégico de marketing, uma vez que ele está diretamente ligado aos benefícios que veremos nos tópicos a seguir.

Diferenciação da marca

A experiência positiva do cliente com uma empresa é parte do que torna sua marca diferenciada no mercado.

Isso se percebe em itens que vão desde a praticidade da embalagem de produtos, a funcionalidade no visual da marca e objetividade da sinalização em estabelecimentos físicos, até a facilidade de navegação no site da empresa.

Essa diferenciação está nos detalhes, pensados por meio do design estratégico para oferecer a melhor interação entre cliente e marca.

Integração entre equipes

Já ficou claro que o design estratégico tem um objetivo que deverá ser comum a todas as equipes de uma empresa: a melhor experiência do cliente. Sendo assim, elas trabalharão muito mais unidas e integradas na busca por alcançar isso, uma vez que o papel de cada um se torna muito mais compreensível.

Proximidade do cliente

Em plena era do marketing digital é muito mais fácil entender o que o cliente pensa e quer, por exemplo, por meio de pesquisa de mercado que podem ser aplicadas tanto no ambiente digital como no físico.

Esse tipo de iniciativa permite um contato mais próximo com o cliente deixando claro que a empresa se preocupa com o que pensa, deseja e sente.

Desse modo, ele se sentirá muito mais valorizado, aumentando, de modo incalculável, o potencial de fidelização de clientes.

Inovação constante

Outra vantagem do design estratégico é a eterna busca por maneiras de surpreender o cliente por meio de experiências únicas, que nunca tenham sido oferecidas por nenhuma outra empresa.

O nome disso é inovação.

Otimização na gestão

Como já citamos, o design estratégico tem como missão fazer com que cada detalhe da experiência do cliente seja muito pensado e planejado.

A consequência natural disso é maior clareza nos processos envolvidos nessa interação do cliente com a marca, produto ou serviço, o que facilita muito a gestão.

Como aplicar o design estratégico em um negócio?

Você já entendeu a importância do design estratégico e as vantagens que ele traz, agora deve estar se perguntando como aplicá-lo.

E sobre isso que falaremos nos próximos tópicos. Continue lendo e descubra cada passo!

Estude sua persona

Como em qualquer processo ligado ao marketing ou ao design thinking, o primeiro passo é saber exatamente com quem estamos lidando.

Por isso, é muito importante que seja feito um estudo detalhado da persona, o que inclui seus hábitos, costumes, problemas do dia a dia e, até mesmo, desejos e sonhos.

Desse estudo será possível entender qual problema o seu produto ou serviço terá que resolver.

Faça teste e prototipagem

Um dos principais recursos do marketing de produto é o teste e a prototipagem. Uma vez que se desenhou uma solução para o problema da persona, é preciso entender como será a interação dela com o produto ou serviço e, desse modo, corrigir as possíveis falhas e implementar as melhorias descobertas nessa etapa.

Busque feedbacks qualitativos

Mesmo após a etapa de teste e prototipagem é fundamental que se continue colhendo feedback dos usuários e clientes da marca.

É por meio deles que ser torna possível criar cada vez mais melhorias na solução oferecida.

Alinhe o mindset da equipe

Lembra que falamos sobre equipes mais integradas? É aqui que essa mágica acontece.

Para que haja essa integração é preciso que todas as equipes tenham objetivos comuns e se manterem alinhados a eles.

Priorize a experiência do cliente

Sabe o objetivo que acabamos de falar? Trata-se da experiência do cliente.

É ela que deve ser priorizada por todas as equipes envolvidas.

Recursos como UX e UI devem ser utilizados em larga escala, sempre com base nos dados coletados nas pesquisas qualitativas que citamos.

Todos os esforços das equipes envolvidas na relação com o cliente, como as de marketing, vendas e produto devem estar alinhados para que seja oferecida uma experiência única ao cliente desde o seu primeiro contato com a marca até o fim do ciclo de vida útil do produto ou serviço e sua possível recompra ou recontratação.

Levando em conta e, até mesmo, priorizando o design estratégico, tanto a aquisição de novos clientes como a fidelização dos antigos estará garantida.

A consequência disso, é claro, é o crescimento constante da empresa e de sua lucratividade.

Ao longo deste post você pôde entender a importância do design estratégico para o crescimento de um negócio, já que ele é fundamental para garantir a melhor experiência do cliente, tanto no que diz respeito a interação dele com a marca e com a jornada de compra, quanto no que concerne a utilização do produto ou serviço.

Design Thinking

Em seu processo criativo, o design thinking incentiva as pessoas envolvidas a desenvolver empatia uns pelos outros, compreendendo e respeitando seus pontos de vista e ideias.

Além disso, é uma forma de gerar mais integração entre as pessoas em sua empresa.

Atualmente, existem diversas abordagens para tornar sua equipe focada e encontrar soluções para os diferentes problemas de uma empresa.

Dentre elas, vale a pena saber o que é design thinking e como essa abordagem pode criar mais engajamento e promover o uso da criatividade a favor da produtividade em sua empresa.

No post a seguir, saiba como esse conceito surgiu e suas vantagens. Veja também o passo a passo para aplicá-lo. Boa leitura!

O que é design thinking e como surgiu?

Provavelmente, você já ouviu muito sobre o conceito, mas você sabe o que é design thinking e como surgiu?

Basicamente, ele é um modelo de pensamento que tem por objetivo solucionar problemas, mas de forma criativa.

Ou seja, parecido com a forma de pensar de um designer, que precisa ver tudo por diferentes ângulos a fim de encontrar sua solução criativa, esse modelo visa explorar diversos pontos de vista a fim de que as melhores ideias possam ser encontradas para resolver uma questão.

Nesse processo, não só um público consumidor, mas também a própria equipe e os erros já cometidos são importantes para que as soluções sejam encontradas de forma rápida e objetiva.

Mas de onde veio esse tipo de pensamento?

Basicamente, ele foi desenvolvido por diversas pessoas ao longo do tempo. Na década de 1970, as primeiras ideias surgiram com Robert H. McKim, no livro “Experiences in Visual Thinking”.

Na década seguinte, Rolf Faste, professor da Universidade Stanford desenvolveu ainda mais a ideia.

Já nos anos 1990, David Kelley, da empresa de design IDEO acrescentou suas contribuições.

Com isso, o design thinking se popularizou na década de 2000, sendo hoje uma abordagem amplamente utilizada por várias empresas, mesmo as que não são de design ou mercados criativos.

Objetivos e pilares

O design thinking tem por objetivo a inovação.

Ou seja, não só resolver problemas, como também evoluir.

Por exemplo, solucionar as necessidades dos consumidores, mas fazer isso da melhor forma possível, indo além do esperado e propondo resultados melhores e inovadores.

Por isso, o design thinking é geralmente relacionado com tecnologia.

Além disso, existem três pilares principais que guiam a formação desse pensamento criativo e sustentam sua aplicação em qualquer lugar.

  • Imersão: o problema identificado é conhecido de forma completa e as pessoas são imersas nessa realidade a ser solucionada.
  • Ideação: a equipe produz ideias, que podem ser desmembradas e gerar novas soluções.
  • Prototipação: as melhores ideias tomam forma para serem visualizadas e testadas, com o objetivo de se encontrar uma ou mais soluções finais.

Quais são as vantagens do design thinking?

Agora que você sabe o que é design thinking, descubra as vantagens de aplicá-lo em sua empresa, a fim de encontrar os melhores resultados.

Custo-benefício

O custo-benefício de aplicar design thinking é extremamente positivo para uma empresa.

Afinal, ele pode ser feito em parceria com os próprios colaboradores ou consultorias especializadas, que ajudem a sua empresa a chegar em soluções reais e práticas, que otimizam tempo e recursos financeiros, evitando que sejam aplicados em ideias mal elaboradas e pouco exploradas.

Inovação

Sendo um de seus principais objetivos, quanto mais uma empresa opta pelo design thinking, mais fácil será para criar soluções inovadoras.

Com isso, é possível sempre ter algo novo para o consumidor, o que a ajuda a se diferenciar dos concorrentes.

Empatia e integração

Em seu processo criativo, o design thinking incentiva as pessoas envolvidas a desenvolver empatia uns pelos outros, compreendendo e respeitando seus pontos de vista e ideias.

Além disso, é uma forma de gerar mais integração entre as pessoas em sua empresa.

Valorização

Participando de forma ativa no desenvolvimento de ideias, colaboradores de diferentes áreas de sua empresa podem se sentir ouvidos.

Com isso, também ocorre uma valorização do trabalho e maior engajamento, o que afeta diretamente a produtividade.

Como aplicar design thinking em uma empresa?

Apesar de ser possível definir o que é design thinking, não existe uma fórmula para sua aplicação.

Ou seja, é possível testar diferentes formatos e ferramentas para ajudar a implementar o passo a passo desse processo. Veja a seguir como ele acontece.

Conhecer o seu problema

Seguindo os pilares do design thinking, a primeira etapa envolve o conhecimento do problema por meio de uma grande imersão. Nesse momento, é definido o problema central e, depois, aplica-se diferentes meios para que ele seja compreendido em sua totalidade.

Por exemplo, se uma empresa detecta que determinado produto não vendeu bem, ela analisa seus dados de vendas, mas também envolve os colaboradores a entender o que os concorrentes faziam na época, qual era o ponto de vista do cliente no momento, o cenário econômico, o que as pessoas acharam do artigo, etc.

Para isso, é possível usar entrevistas, pesquisas, landing pages, consultoria especializada, entre outros.

Ter ideias

Com o que se tem claramente definido, chega a hora de analisar o material e, a partir disso, orientar ideias.

No exemplo, sua equipe criará uma lista dos possíveis fatores que levaram ao problema das vendas e, a partir de cada um, terá ideias sobre como podem ser solucionados.

Nesse momento, ocorrem brainstormings e construções de mapas mentais, uso de ferramentas visuais para melhor compreensão, criação de storyboard e reuniões com especialistas e pessoas que possam ajudar a encontrar uma solução.

Testar soluções

Depois que as melhores ideias foram discutidas e aprovadas, surge a fase de prototipação para que elas sejam organizadas, estruturadas, bem visualizadas e compreendidas e, por fim, testadas.

No exemplo de vendas, se um produto não vendeu porque sua campanha foi fraca, é hora de implementar novas soluções de marketing e até fazer testes para saber como resolver o problema.

Por exemplo, seria possível testar ideias como uma campanha iniciada por um influenciador, pagamento de anúncios nas redes sociais e uma promoção com vídeo e brindes.

Melhorar continuamente

Depois que uma solução no design thinking foi encontrada e aplicada, obtendo sucesso, o processo continua.

Ou seja, é hora de acompanhá-la e definir suas melhorias a longo prazo.

Com isso, é possível garantir a inovação procurada.

Saber o que é design thinking é o primeiro passo para implantar uma nova forma de pensamento em sua empresa, que leve a soluções criativas e melhoria contínua.

Para isso, além de aplicar ferramentas e processos que cumpram os pilares dessa abordagem, também é importante contar com empresas que possam ajudar você a ter ideias e colocá-las em prática.

Funil de Vendas para gerar mais negócios

O funil de vendas não é um instrumento rígido e imutável. Muito pelo contrário, existe uma ampla flexibilidade para fazer alterações conforme surge a necessidade.

O objetivo é evoluir e se o perfil do cliente mudar e, quando isso acontece, a empresa pode rever os modelos utilizados.

O funil de vendas é uma das ferramentas de marketing mais disseminadas no mercado.

Muito se fala sobre o seu conceito, as suas aplicações e vantagens.

Contudo, não é possível explorar essa metodologia sem entender o ponto de vista dos clientes e as suas necessidades.

Por esse motivo, decidimos elaborar esse conteúdo baseado na nossa experiência para trazer um pouco vivencia prática e, com isso, enriquecer os seus conhecimentos.

Nesse artigo você vai conhecer o que é o funil de vendas, descobrir como cada etapa funciona e vai saber quais erros devem ser evitados.

Continue lendo para entender mais sobre o assunto e se informar sobre todos os detalhes!

Funil de vendas: o que é e como funciona?

De forma simplificada, o funil de vendas é a representação gráfica da jornada de compra do cliente desde o primeiro contato com a marca até o momento da venda.

Você já deve ter reparado que um funil é largo no topo, mas que vai se estreitando.

A relação com os clientes também segue esse fluxo, o objetivo é atrair o maior número de interessados possíveis e filtrar quais são compatíveis com a empresa e podem, no futuro, se tornar clientes.

Existem três etapas no funil que você não pode deixar de conhecer e desenvolver conteúdos específicos para cada fase.

Atração

É o topo do funil, ou seja, a parte mais ampla e acessível. Nesse ponto, as empresas estão focadas na atração de quem tem interesse em consumir os conteúdos.

A ideia é que quanto mais, melhor, pois o objetivo da estratégia é demonstrar que o cliente pode estar enfrentando um problema.

Quando falamos de problema pode ser que a persona já esteja ciente ou fique sabendo a partir da provocação feita pelo conteúdo.

Nessa etapa, é recomendado criar um senso de identificação e interesse em conhecer mais sobre os produtos e serviços oferecidos.

Contudo, ainda não chegamos no momento de fechar uma venda, pois não percorremos os demais passos. O foco deve manter o interesse do público sobre o seu conteúdo.

Frequentemente, a tática usada para alcançar esse resultado é chamada de CTA ou Call to Action.

Esse é um comando que é usado em texto, em hiperlinks, nas postagens nas redes sociais e, até mesmo, em vídeos para incentivar a continuidade da interação com a empresa.

Além disso, faz com o potencial cliente consuma conteúdos diferenciados e continue gerando tráfego para o site ou blog.

Consideração

Pois bem, o potencial cliente já tem ciência de quais são as suas dores, porém ainda não está convencido que a sua empresa tem a melhor solução para ele.

Por isso, dizemos que estamos na etapa de consideração.

Esse é o meio do funil. Se na atração os seus esforços de marketing atraíram 100 interessados, podemos dizer que apenas 60 passaram para essa fase.

A partir desse ponto, é interessante começar a coletar informações por meio de formulários que oferecem algum tipo de benefício, como o download de materiais ricos.

Esses formulários são utilizados para coletar endereços de e-mail, telefone e outros dados que ajudam a conhecer mais sobre o perfil de quem entra em contato com a empresa.

Essa é uma rotina que possibilita qualificar as leads e identificar quem realmente pode se tornar um cliente.

Decisão

Finalmente, chegamos ao fundo do funil. Novamente, fizemos mais um filtro no qual ainda menos interessados atingiram esse ponto.

Aqui o foco é trabalhar continuamente para incentivar o potencial cliente a tomar a decisão de compra. O que define a conversão da lead é a consistência dos seus esforços e a dedicação para manter esse ciclo funcionando.

Nessa etapa, chegou a hora da equipe de vendas entrar em ação. O objetivo é fazer com o que interessado feche negócio.

Para isso, podemos enviar uma proposta, oferecer uma amostra ou marcar um atendimento para apresentar os produtos.

Quais erros devem ser evitados?

O funil de vendas não é um instrumento rígido e imutável. Muito pelo contrário, existe uma ampla flexibilidade para fazer alterações conforme surge a necessidade.

O objetivo é evoluir e se o perfil do cliente mudar e, quando isso acontece, a empresa pode rever os modelos utilizados.

Além disso, há um incentivo para aprender com os próprios erros e entender melhor as particularidades do negócio.

Assim, confira alguns dos principais erros que devem ser evitados na construção do funil de vendas.

Deixar de planejar o objetivo do conteúdo

Independentemente de qual modalidade de conteúdo a empresa desenvolve, é fundamental ter clareza sobre quais são os objetivos.

Quando falamos de um blog corporativo ou página nas redes sociais é preciso haver uma finalidade que vai além do simples entretenimento.

As postagens devem ser vistas como uma ferramenta de vendas para educar a persona, apresentar produtos e serviços, e servir como canal de comunicação.

Por esse motivo, é preciso extrair o máximo de ganhos para que o investimento em marketing digital comece a dar retorno.

Não identificar a persona detalhadamente

A construção da sua persona deve conter informações aprofundadas sobre o público. Para criar um retrato realista é preciso ir além das informações demográficas.

Considere, por exemplo, as motivações e interesses da pessoa que procura a sua empresa.

Uma parte vital desse processo é determinar quais são as dores de um potencial cliente que a sua empresa pode ajudar a solucionar.

Assim, é possível direcionar os esforços de marketing para cada uma das etapas da jornada de compra.

Inclusive, há empresas que segmentam ainda mais as suas estratégias de vendas, pois utilizam 2 ou 3 personas diferentes de acordo com os produtos ou serviços disponíveis.

Essa prática também é um ganho, afinal, ajuda a acelerar as conversões.

Deixar de acompanhar as leads

Esse é um erro comum que cria obstáculos em duas frentes distintas.

Em primeiro lugar, há uma perda financeira, uma vez que a empresa investiu recursos e dedicou tempo para coletar essas informações.

Além disso, quando a empresa não foca no desenvolvimento das leads, as oportunidades de novos negócios não são aproveitadas.

Nós entendemos que o processo de conversão requer tempo e dedicação para começar a ver resultados, portanto, não devemos deixar essa prática de lado.

Por fim, o funil de vendas é um instrumento que ajuda a conhecer o público consumidor e a partir desse contato começar a formar um relacionamento.

Por esse motivo, essa estratégia é tão valorizada pelas empresas que desejam conquistar novas oportunidades de crescimento.

Se você deseja alcançar os resultados que listamos no decorrer deste artigo é preciso contar com parceiros especializados.

Marketing de produto

Um bom lançamento de produto gera um intenso burburinho, que precisa ser monitorado de perto.

A ideia é acompanhar os resultados, captar os feedbacks dos clientes, bem como verificar as mudanças do mercado e as necessidades de adaptações.

Se a sua empresa pretende oferecer algo novo ou até mesmo introduzir um item em um nicho que ainda não explorou, uma estratégia completa de divulgação fará toda a diferença para o sucesso do lançamento.

Nessa missão, você pode contar com o marketing de produto, cuja proposta é conectar pessoas a uma novidade no mercado.

A seguir, confira o que você precisa saber para construir seu planejamento estratégico de marketing de produto.

O que é marketing de produto?

Marketing de produto é uma estratégia voltada para descoberta, atração e conversão de consumidores ideais para determinado item.

Começa muito antes do lançamento, quando a equipe de marketing planeja as ações para definir o posicionamento, o discurso, os diferenciais, os canais de divulgação e distribuição, entre outros detalhes do produto.

Esse planejamento não acaba após uma reunião, pois pode ser necessário revisar as decisões estratégicas.

Tudo isso para garantir o lançamento e a promoção do produto nos locais adequados, da forma certa e para o público ideal.

Além disso, quando a campanha estiver no ar, é essencial acompanhar os impactos e alavancar a demanda.

Como a estratégia pode ser proveitosa?

Os principais benefícios do marketing de produto são:

  • proporcionar destaque competitivo à marca no mercado;
  • segmentar e personalizar as ações conforme as necessidades do consumidor;
  • estender as etapas de crescimento e maturidade no ciclo de vida do produto;
  • facilitar os trabalhos de precificação, distribuição e design;
  • promover a integração entre os times de produto, marketing e vendas.

Quais são os estágios do marketing de produto?

Acompanhe o passo a passo para montar uma boa estratégia de marketing de produto.

Entender o mercado

Coletar dados por meio de uma pesquisa de marketing ajudará a entender as oportunidades e as ameaças no mercado em que sua empresa atua.

Afinal, a aceitação do produto pode ter influência de fatores econômicos, sociais, políticos, entre outros.

Definir a persona

É essencial saber quais são os interesses, os hábitos, os hobbies, as necessidades e outros detalhes sobre seu consumidor ideal.

Assim, será mais fácil desenvolver uma mensagem certeira para que ele perceba o valor da solução que você tem a oferecer.

Estabelecer o posicionamento e a mensagem

Posicionar o produto consiste em esclarecer o que ele proporciona, para quem é indicado e seus diferenciais em relação à oferta dos concorrentes.

Já a mensagem será responsável por estimular a decisão de compra e fixar a marca na mente da persona.

Estudar a concorrência

Esse estudo começou no primeiro estágio, mas é hora de se aprofundar no benchmarking para conhecer o que há de melhor no seu setor de atuação.

A partir disso, busque superar a concorrência apostando nos diferenciais do seu produto.

Criar um plano de lançamento

O plano de lançamento tem caráter publicitário e envolve estabelecer o conteúdo, as mídias que serão utilizadas, o período de divulgação da campanha, o cronograma de ações, os prazos para cada tarefa e seus respectivos responsáveis etc.

Desenvolver conteúdo para o lançamento

Aqui, a proposta é criar conteúdos para transmitir corretamente o discurso sobre seu produto.

Posts para o blog da empresa e para redes sociais, e-books, hotsite, manuais, anúncios pagos, vídeos de demonstração e peças de e-mail marketing são ótimos formatos.

Preparar a equipe

O engajamento e o comprometimento dos colaboradores com a divulgação do produto são essenciais.

Também é importante treinar os times de vendas e de atendimento para que eles conheçam profundamente a novidade e deem suporte ao cliente.

Estipular o orçamento

A verba será destinada às ações, aos canais e aos conteúdos produzidos para o lançamento do produto.

Sua definição deve levar em conta o público que a empresa deseja atingir e os efeitos pretendidos com a campanha, estipulados no planejamento.

Lançar o produto

No lançamento, a empresa deve ficar de olho no comportamento do público e nas suas próprias ações.

Espera-se que o momento seja de grande repercussão, então é preciso ter tato para identificar oportunidades e garantir mais visibilidade ao produto.

Acompanhar os resultados

Um bom lançamento de produto gera um intenso burburinho, que precisa ser monitorado de perto.

A ideia é acompanhar os resultados, captar os feedbacks dos clientes, bem como verificar as mudanças do mercado e as necessidades de adaptações.

Agora você sabe o que é marketing de produto, quais os seus benefícios e como montar uma boa estratégia.

Reforçamos que o trabalho não acaba após o lançamento.

O mercado e o comportamento do consumidor mudam constantemente. Portanto, monitore os resultados para ver se precisa ajustar suas ações e, assim, garantir seu sucesso.

Jornada de compra

Conhecer cada detalhe da jornada de compra dos seus clientes é importante para evitar possíveis erros de abordagens. Por isso, se você tiver todos os pontos alinhados, será possível entender o momento certo de transformar uma oportunidade em uma tão esperada chance de conversão.

Mas, o que é, exatamente, uma jornada de compra? São etapas percorridas por um potencial cliente antes de realizar a compra de um produto ou serviço. Sendo assim, quando um empreendedor entende seus hábitos de consumo fica muito mais fácil descobrir o momento certo da compra.

Curioso para saber mais sobre esse assunto? Quer descobrir em qual etapa da jornada seu cliente se encontra? Deseja saber quais os impactos dessa estratégia? É só curtir a leitura deste post. Confira!

Importância da jornada de compra

Quando o empreendedor conhece a jornada de compra do seu cliente, é sinal que ele já descobriu a importância do processo para o seu negócio. Logo, ele passa a analisar, melhor, o comportamento e a experiência do usuário durante cada etapa.

Quer conhecer outros pontos que mostram a importância desse processo? Veja!

  • se durante as etapas da jornada de compra você entrega valor e respostas adequadas, o seu cliente será incentivado a tomar decisão;
  • se o cliente está envolvido com a marca, a decisão será comprar de sua empresa;
  • se o empreendedor conhece a jornada de compra do cliente, ele fornece orientações específicas que geram confiança e chances de conversão.

Etapas da jornada de compra

A ideia aqui é o cliente passar por cada etapa da jornada de compra. Lembrando que, individualmente, elas têm metas e abordagens específicas para sanar as dúvidas do consumidor em cada estágio.

Mas, quais os outros objetivos da jornada de compra? É simples. Ele prepara e conduz o cliente para as próximas etapas, deixando-o encantado com as abordagens e a comunicação personalizada.

Agora, que tal conhecer cada uma das etapas da jornada de compra. Vale a pena entender para aplicar no seu negócio. Acompanhe!

Aprendizado e descoberta

Essa é a fase inicial da jornada de compra. Aqui, o cliente ainda não sabe que tem um problema. Por isso, é importante que o empreendedor desperte o seu interesse. Vale ressaltar que essa etapa é a da descoberta, logo, uma estratégia eficiente é a produção de conteúdos informativos que sanem suas principais dúvidas.

Como isso funciona na prática? Imagine que um potencial cliente deseja organizar sua carteira de clientes, mas não sabe como proceder. Por outro lado, você tem uma empresa de tecnologia e quer aumentar sua clientela.

Logo, é uma oportunidade de você compartilhar conteúdos em forma de dicas e ainda tornar o seu empreendimento conhecido no mercado.

Reconhecimento do problema

Vamos para a segunda etapa! Aqui, o seu potencial cliente já começou a entender que tem um problema e precisa de uma solução.

Por isso, cabe a você como um bom dono de negócio criar um senso de urgência para deixar sua persona ainda mais interessada no assunto e de repente, ela possa tomar uma atitude.

Sendo assim, é interessante falar sobre as funcionalidades do seu produto ou serviço por meio de conteúdos mais específicos.

Vale ressaltar que os vídeos e e-books são boas estratégias. Para ter acesso a esses materiais, é só solicitar o cadastro do usuário como o nome e o e-mail.

Consideração da solução

Quando o cliente está na terceira etapa da jornada de compra, ele está em busca da melhor solução para resolver o seu problema.

Logo, é nesse estágio que ele começa as pesquisas para localizar o fornecedor ideal.

Mas, qual a consequência dessa etapa?

Ora, como sua marca estava presente nas etapas anteriores da jornada, você criou relacionamento. Sendo assim, existe uma maior probabilidade do seu potencial cliente comprar seu produto ou serviço.

Então, o que você deve fazer?

  • apresente as características do seu produto ou serviço, bem como os seus benefícios para reforçar a autoridade da marca;
  • foque em conteúdos que mostrem o potencial do seu produto ou serviço como o melhor entre os concorrentes;
  • faça o envio de e-mail marketing ou mensagens no WhatsApp para abordar seu potencial cliente.

Decisão de compra

A última etapa da jornada de compras é onde o cliente toma a decisão de comprar o produto ou serviço. Daqui em diante, o seu papel é trazer orientações, comparar sua proposta com a do concorrente e oferecer a melhor oferta.

Mas, o que você deve fazer? Oferecer descontos personalizados e até testes gratuitos para o seu potencial cliente são estratégias perfeitas para ele comprovar os benefícios do produto ou serviço.

Impactos da jornada de compra

Imagine a quantidade de informações geradas sobre o cliente durante uma jornada de compra! Isso impacta, diretamente, nas vendas de qualquer empresa. Por ter um trabalho mais direcionado, focado em quem realmente importa, o seu negócio cria relacionamentos mais duradouros.

Por tudo isso, vale a pena conhecer os impactos dessa estratégia para o setor de vendas. Você concorda? É só conferir cada detalhe!

Identifica o melhor momento da venda

A jornada de compras analisa o comportamento do consumidor e define o momento ideal da venda.

Afinal de contas, é muito mais fácil vender para uma pessoa que está no momento de decisão. Sendo assim, evita-se desperdício de trabalho e tempo.

Gera um relacionamento mais próximo

Você sabe como se gera relacionamento com o consumidor?

É preciso saber quem ele é, seus desejos, interesses, necessidades e hábitos de consumo.

Com essas informações bem alinhadas, dá para conquistar novos clientes e, inclusive, fidelizar os que já consomem da sua marca.

Cria um canal para vendas mais consultivas

Nas vendas consultivas temos contatos mais personalizados. Vale ressaltar que esse modelo é estratégico, pois favorece a atuação do vendedor, ou seja, de um lado as pessoas estarão em busca de informações e, do outro, a empresa apresentará conteúdos e as melhores soluções.

Gerencia de maneira otimizada

Ter uma eficiente jornada de compra favorece uma gestão mais otimizada.

Nesse sentido, é possível identificar gargalos, ter agilidade nos processos, bem como propor soluções capazes de alavancar as vendas.

Planejamento Estratégico de Marketing – Aumenta a produtividade e a lucratividade

Quando o empreendedor conhece o seu potencial cliente, ele sabe quais os seus hábitos de consumo, bem como o momento ideal da compra. Logo, ele entende para quem vai vender mais, permitindo, uma melhor lucratividade e bons resultados.

A jornada de compra é uma ação inteligente para alavancar as vendas de uma empresa. Logo, o segredo é mapear o potencial cliente em cada estágio para auxiliá-lo com as melhores estratégias de conteúdos e soluções para suas necessidades.

Pesquisa de Mercado

Muitos ainda acreditam que a pesquisa de mercado não é tão benéfica quanto aparenta.

Pensam que não existe razão para acompanhar as estratégias de outras empresas, afinal, isso pode tornar o negócio pouco inovador e apenas mais do mesmo no mercado.

Contudo, um estudo de mercado não se limita à análise da concorrência.

Saber fazer uma pesquisa de mercado é importante para compreender o nicho de atuação do seu negócio, seu público-alvo e sua concorrência.

Inúmeras empresas de sucesso utilizam essa ferramenta, pois oferece informações de qualidade, de fontes variadas.

Felizmente, você não precisa ter um produto finalizado para aprender a utilizá-la; a pesquisa pode ser aplicada em diferentes fases do seu empreendimento, servindo para vários propósitos.

Porém, o maior desafio aqui é ter o conhecimento necessário para utilizar essa ferramenta com eficácia, organizada e que gere resultados relevantes para sua empresa.

Pensando nisso, preparamos o conteúdo a seguir. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o assunto!

O que é pesquisa de mercado?

Podemos defini-la como um meio para entender a realidade do mercado e aprimorar as tomadas de decisão dentro do negócio.

A pesquisa ajuda a empresa a colher informações importantes para que o empreendimento cresça com base em decisões mais acertadas e seguras.

Esses dados costumam incluir hábitos de consumo, características comportamentais ou benchmarking de organizações de outros setores.

Tais informações podem ser colhidas das seguintes formas:

  • pesquisa primária: toda pesquisa é realizada pela própria companhia que utilizará os dados recolhidos;
  • pesquisa secundária: toda pesquisa é feita por terceiros — profissional ou empresa especializada —, incluindo relatórios, artigos e outros materiais publicados pela concorrência;

Quais são os principais tipos de pesquisa de mercado?

Cada pesquisa de mercado varia conforme as metas da empresa, a metodologia aplicada e o perfil de sua audiência. Veja os principais tipos abaixo.

Hábitos de consumo

Esse tipo de estudo de mercado costuma focar no público de uma empresa e é feita para entender melhor seus clientes, reunindo informações de consumo.

Também é possível identificar eventuais demandas ocultas a partir desses dados.

Sua principal vantagem é oferecer as ferramentas necessárias para criar um planejamento estratégico de marketing totalmente alinhado com os desejos dos consumidores.

Com esse tipo de pesquisa, pode-se descobrir em qual rede social sua empresa terá mais resultados, qual o modelo de negócios mais eficaz, qual estratégia de precificação adotar e outros insights valiosos para o desenvolvimento de um negócio.

Força de marca

Nesse modelo, o objeto de estudo é a empresa. Seu intuito é identificar quanta atenção sua marca recebe em comparação aos concorrentes de mercado, além de descobrir pontos positivos ou negativos nas ações de branding.

Caso seu negócio não tenha um desempenho satisfatório com sua audiência, poderá aplicar as melhorias necessárias. Serão os dados gerados pela pesquisa que impulsionarão um eventual reposicionamento.

Satisfação dos clientes

Analisar a satisfação dos clientes com uma marca é fundamental, pois são eles que decidem quem cresce ou perecem nesse mercado. Nesse tipo de estudo, é feito uma avaliação dos feedbacks.

Raramente os consumidores acessam os canais de atendimento de uma empresa para fazer elogios ou reclamações. Portanto, o modo mais eficaz de colher essas informações é promovendo as pesquisas via formulários ou entrevistas.

Esse modelo de análise deve ser feito com certa frequência para reconquistar clientes que estão prestes a serem perdidos, além de possibilitar a otimização das ações de marketing.

Satisfação dos colaboradores

Uma pesquisa interna é aquela concentrada em analisar os colaboradores de uma empresa. Isso porque, profissionais motivados tendem a gerar resultados melhores e permanecer por mais tempo em suas posições.

Sempre que a equipe não está alinhada com os valores da companhia, ou se sentem sobrecarregados e não valorizados, reflexos negativos são percebidos não só no desenvolvimento do negócio, mas também no relacionamento com os clientes.

Quais são as principais etapas para fazer uma pesquisa de mercado?

Os estudos de mercado tradicionais consistem em entrevistas e questionários que podem ser respondidos presencialmente ou pela Internet. O passo a passo para criar uma pesquisa como esta são:

  • objetivo: estabelecer variedade de produtos, melhorar os preços, vender mais, etc.;
  • público-alvo: concorrentes, fornecedores, colaboradores, ou consumidores em geral;
  • amostragem: número de pessoas entrevistadas;
  • roteiro: consiste no formulário em si. As perguntas devem ser simples e objetivas;
  • análise: compilação dos dados, análise das respostas e panorama estatístico.

Quais são os segredos para concretizar uma pesquisa de mercado assertiva?

Existem diferentes maneiras de executar uma pesquisa do tipo. Você pode usar ferramentas de qualidade para processar os dados recolhidos com mais eficiência. Algumas são totalmente gratuitas.

Veja as sugestões abaixo:

Indicadores de desempenho

Para que sua pesquisa apresente resultados confiáveis, é imprescindível que os dados levantados também sejam de qualidade. Os portais que apresentam informações relevantes podem ser:

  • Think with Google: página oficial do Google com textos, relatórios e ideias relevantes sobre o mercado, tecnologia e comportamento do consumidor;
  • Sebrae: Serviço Brasileiro de Apoio ao Empreendedorismo é referência brasileira em conteúdos relacionados ao empreendedorismo.

Análise da concorrência

Existem plataformas que podem te ajudar a compreender a realidade do mercado com mais assertividade.

Acompanhar de perto o que seus concorrentes fazem é uma forma de garantir que seu negócio está no caminho certo.

As principais ferramentas para esse fim são:

  • Buzzsumo: analisa o desempenho das campanhas dos concorrentes e permite monitorar sua publicação;
  • Website Grader: analisa em detalhes seu site e da concorrência com base em SEO, experiência móvel e segurança;
  • SEMrush: oferece inúmeros recursos, sendo um deles o “Domínio vs. Domínio”, que compara palavras chave do seu site com as usadas pelos seus concorrentes.

Entrevista com clientes

Como dissemos mais acima, o feedback dos clientes é uma das informações mais valiosas que uma empresa pode obter.

Afinal, eles conhecem bem seu negócio e podem apresentar ótimos elogios e críticas sobre a experiência do usuário com sua marca.

Você pode incluir formulários em sua página com o auxílio de plugins. Mas, caso prefira disponibilizar um formulário mais completo, pode usar as seguintes opções:

  • Typeform: destaca-se bela simplicidade, responsividade e interface intuitiva;
  • Survey Monkey: oferece inúmeros templates e permite criar questionários personalizados;
  • Opinion Box: solução nacional desenvolvida por especialistas para a criação de pesquisas online;

Em quais momentos devo investir em uma pesquisa de mercado?

Muitos ainda acreditam que a pesquisa de mercado não é tão benéfica quanto aparenta.

Pensam que não existe razão para acompanhar as estratégias de outras empresas, afinal, isso pode tornar o negócio pouco inovador e apenas mais do mesmo no mercado.

Contudo, um estudo de mercado não se limita à análise da concorrência.

Engloba dados de fontes diversas, que oferecem um panorama completo de todo o ecossistema do empreendimento.

É fundamental conhecer o ambiente do mercado no qual está inserido, compreender os obstáculos impostos por suas estratégias, além de descobrir as necessidades ainda não exploradas.

Tudo isso só é possível a partir de um estudo mercadológico sistematizado.

Nesse sentido, para entender qual o melhor momento de fazer uma pesquisa de mercado, você precisa, antes de tudo, voltar seu olhar para as necessidades do empreendimento.

Isso porque, não se pode começar um estudo de mercado sem conhecer a fundo seu próprio negócio.